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AMAZÔNIA PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Tuesday, 30 January 2007

Já não é de hoje que escutamos falar sobre o olhar de organismos internacionais sobre a Amazônia, sempre focando o ponto de vista da preservação, apontando a exploração ilegal da madeira, as queimadas, e tantas outras que não é possível enumera-las. Aliás, não me  é possível faze-lo, mas existem pessoas melhor qualificadas que dispõem de todo o conhecimento e ferramentas necessários para catalogar esses dados e obter informações alarmantes, como segue.


Rio, 29 de Janeiro de 2007

Até a Abin denuncia a omissão: o governo brasileiro não está presentena Amazônia.

Os índios do litoral aprenderam há cinco séculos que qualquer vastidão insuficientemente povoada e protegida desperta a cobiça dos forasteiros. Os portugueses das caravelas nem sabiam em que lugar haviam desembarcado quando transformaram em escritura a carta de Pero Vaz de Caminha e, sem pedir licença aos donos, transferiram para um reino europeu a posse daquele paraíso feito de águas azuis ou verdes, areias brancas, frutas silvestres em penca e animais exóticos de sobra.

Os índios do Brasil profundo aprenderam há quase 400 anos que a cobiça é perigosamente aguçada quando abundam, na superfície e no subsolo da imensidão semideserta, riquezas naturais de dimensões espantosas. Os homens que, a partir do século 17, resolveram enfurnar-se por lonjuras intocadas buscavam mais que terra e prazeres. Buscavam terra e fortuna.

A tribo dos brasileiros não aprendeu com os antepassados. Se não desdenhassem das lições dos velhos caraíbas, a Amazônia teria sido efetivamente ocupada há muito tempo, com racionalidade, imaginação e eficácia. Faltam atenções dos governos. Falta vigilância nas fronteiras.

Falta gente (a densidade populacional é a mais raquítica do País). A Amazônia continua tão vulnerável a invasores, oportunistas e aventureiros como no dia em que o primeiro homem branco penetrou na selva. Numerosos países, dezenas de entidades internacionais e organizações não-governamentais contemplam com crescente cupidez a imensa usina de superlativos. A Amazônia brasileira é uma demasia de jazidas minerais, pedras preciosas, madeira de lei, plantas medicinais raríssimas. Ali está a maior floresta tropical do mundo.

Os rios do lugar compõem a maior das bacias fluviais, que concentra 20% da água doce disponível num planeta cada vez mais sedento. Pois o Brasil segue encarando com desdém a hipótese de perder o controle sobre a região que soma mais da metade do território nacional.Só recentemente o ex-ministro Delfim Netto aposentou a certeza de que um Brasil sem a Amazônia é tão improvável quanto o Rio sem Carnaval. "Sempre achei que era coisa de paranóico", conta Delfim. "Já não penso assim. Se não ocuparmos a Amazônia, os estrangeiros farão isso", diz ele. Avisos nunca faltaram.

Em 1981, o Conselho Mundial das Igrejas declarou a Amazônia "um patrimônio da Humanidade, cuja posse por países é meramente circunstancial" .

  • Em 1983, a primeira-ministra inglesa Margareth Thatcher sugeriu às nações carentes que vendessem "fábricas e territórios".
  • Em 1984, o vice-presidente americano Al Gore optou pelo recado sem rodeios: "A Amazônia não é dos brasileiros. É de todos nós." Os governantes da nação agredida pelas sucessivas ameaças reagiram com a placidez de quem acredita mesmo que Deus é brasileiro - e jamais faltará aos conterrâneos na hora difícil.

E as provocações prosseguiram.

  • "O Brasil deve aceitar a soberania relativa sobre a Amazônia", informou em 1985 o francês François Mitterrand.

Estimulado pela adesão de Mikhail Gorbachev, líder da falecida União Soviética, o primeiro-ministro inglês John Major admitiu a execução de "operações diretas" no norte do Brasil. E o general americano Patrick Hughes rascunhou a declaração de guerra: "Caso os brasileiros façam da Amazônia uma ameaça ao meio ambiente nos EUA, estaremos prontos para agir."

Liderados pelos EUA, países estrangeiros passaram há muitos anos da palavra à ação, vêm reiterando relatórios confidenciais produzidos anualmente pelo Grupo de Trabalho da Amazônia.

Coordenado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o GTAM reúne especialistas em assuntos amazônicos ligados aos serviços de inteligência das Forças Armadas e da Polícia Federal.

O relatório de 2005 é inquietante. O de 2006, ainda mais perturbador. Publicado com exclusividade pela Gazeta Mercantil e o Jornal do Brasil, o mais recente estudo do GTAM concentra-se em nove questões que os especialistas consideram especialmente relevantes.

Condena a demarcação contínua da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, radiografa a questão ambiental, denuncia a ação do crime organizado e trata dos conflitos fundiários. O tom, sempre incisivo, torna-se áspero no capítulo dedicado à ação do governo. Ou omissão: a máquina do Estado ainda não chegou lá. Nenhuma novidade: o último presidente a incursionar demoradamente pela Amazônia foi o americano Theodore Roosevelt. Em 1914.

A série especial sobre a Amazônia continua até quarta-feira.

(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 6)(Augusto Nunes)



ATENÇÃO BRASILEIROS, ESTÃO INVADINDO A NOSSA AMAZÔNIA JÁ DE MUITO TEMPO.

PRECISAMOS COBRAR DO GOVERNO FEDERAL, DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, DOS DEPUTADOS DOS SENADORES UMA AÇÃO IMEDIATA E PROVIDÊNCIAS POIS EXISTEM ATUALMENTE MAIS ESTRANGEIROS E ONG'S ESTRANGEIRAS NA AMAZÔNIA DO QUE BRASILEIROS. A RESERVA RAPOSA SERRA DO SOL É A PORTA D ENTRADA E SAÍDA DESSES INVASORES QUE NÃO TEM FISCALIZAÇÃO NENHUMA SOBRE ELES POIS ENTRAM E SAEM DE RORAIMA SEM DAR SATISFAÇÃO A NINGUÉM E OS NOSSOS GOVERNANTES E REPRESENTANTES NADA FAZEM.

CERTAMENTE QUE MUITOS DELES JÁ LEVARAM SUA RECOMPENSA PARA SE OMITIREM E OUTROS AINDA ESTÃO LEVANDO.

BRASILEIROS, A AMAZÔNIA É NOSSA, É DO BRASIL.

REPASSEM E VAMOS AOS POLÍTICOS, VAMOS AO CONGRESSO VAMOS ATÉ O PRESIDENTE DA REPÚBLICA PEDIR QUE TOMEM UMA ATITUDE IMEDIATA ANTES QUE SEJA TARDE.

Se Perguntarem: QUANTOS SOIS VÓS? Respondereis: SOMOS UM SÓ.


Grupo Maçônico Internacional MESTRE-MAESTRO
MAÇONARIA DO BRASIL: PELA SOBERANIA DE NOSSA PÁTRIA
2007 - ANNO VI

Last Updated ( Tuesday, 30 January 2007 )
 
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